A Reforma Tributária já tem cronograma definido e traz mudanças relevantes para empresas optantes pelo Simples Nacional. A principal alteração está na criação de dois novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal, e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência estadual e municipal.

Esses tributos irão substituir gradualmente PIS, Cofins, ICMS e ISS, alterando a lógica de apuração e impactando diretamente a forma como as empresas precificam, operam e se posicionam no mercado.

Como o Simples Nacional será afetado

Com a nova estrutura tributária, empresas do Simples terão dois caminhos possíveis:

Permanecer no modelo atual (DAS unificado)

Nesse formato, a empresa continua recolhendo tributos de forma simplificada, porém sem possibilidade de gerar créditos tributários para seus clientes.

Optar pelo regime híbrido

A empresa passa a recolher CBS e IBS separadamente do DAS, o que permite a geração de créditos tributários. Esse modelo pode ser estratégico, especialmente para empresas que atuam no mercado B2B.

Impactos práticos para empresas

A decisão entre permanecer no Simples tradicional ou migrar para o modelo híbrido não é apenas operacional — é estratégica.

Empresas que atendem outras empresas (B2B) tendem a sofrer pressão comercial para gerar créditos tributários, o que pode influenciar diretamente na competitividade e na formação de preços.

Além disso, a nova estrutura exige maior controle fiscal, revisão de margens e uma análise mais criteriosa sobre o posicionamento tributário da empresa.

Cronograma da Reforma

2026: início da implementação

2027 a 2032: período de transição

2033: modelo completo em vigor

A adesão ao regime híbrido está prevista para setembro de 2026, com efeitos a partir de 2027.

Por que sua empresa precisa se preparar agora

A Reforma Tributária não é apenas uma mudança de legislação — é uma mudança de lógica.

Empresas que se anteciparem terão mais controle sobre custos, melhor capacidade de adaptação e maior segurança nas decisões estratégicas.

A análise de viabilidade deve considerar:

  • Perfil dos clientes (B2B ou B2C)
  • Impacto na precificação
  • Capacidade de geração de crédito tributário
  • Estrutura operacional e fiscal

A Ferrari Assessoria atua com planejamento tributário estratégico, auxiliando empresas a interpretarem as mudanças da legislação e tomarem decisões com base em dados, cenário e viabilidade real.

Mais do que acompanhar a reforma, ajudamos sua empresa a se posicionar corretamente dentro dela.

Fale com nossa equipe e prepare seu negócio para o novo cenário tributário.

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